O erro do Itaú: quando medir mal a produtividade custa mais caro que demitir mil pessoas

O erro do Itaú: quando medir mal a produtividade custa mais caro que demitir mil pessoas

Facebook
Twitter
LinkedIn

Nos últimos dias

O país acompanhou o impacto da notícia de que o maior banco do Brasil demitiu cerca de mil funcionários em regime remoto.

O motivo? Alegados problemas de produtividade e quebra de confiança.
De um lado, a empresa queria resultados.

Do outro, colaboradores sentiram que foram julgados apenas por “cliques” no computador, sem chance de defesa.

O resultado foi um efeito dominó: imagem arranhada do banco, funcionários desmotivados e um debate nacional sobre como medir desempenho.

Mas será que existe um caminho em que nenhum dos lados precisa perder?

O dilema em palavras simples

Imagine uma partida de futebol onde o técnico só olha para quem correu mais metros no campo.
Quem ficou parado para armar a jogada seria considerado “improdutivo” — mesmo que fosse ele quem criasse a chance do gol.
É exatamente isso que acontece quando uma empresa mede apenas o “tempo de tela” e não o valor das entregas.

O problema não está em monitorar. O problema está em monitorar sem contexto.
E é aí que entra a tecnologia da Magma3.

Como o Bluesky muda o jogo

O Bluesky, software da Magma3, foi criado para equilibrar as duas pontas dessa corda: a do gestor e a do colaborador. Ele funciona como um “árbitro justo” que mostra todo o quadro, não apenas um pedaço.

  • Para os gestores, entrega painéis claros com dados confiáveis, mostrando quem está rendendo, onde estão os gargalos e como otimizar custos.

  • Para os funcionários, traz transparência e reconhecimento: ninguém é julgado só pelo clique no mouse, mas pelo conjunto das atividades, pelas metas alcançadas e até pelos pontos de melhoria que podem ser trabalhados.

É como colocar luz em um quarto escuro: de repente, todos conseguem enxergar a mesma realidade.

Evitando demissões desnecessárias

Se a história do Itaú tivesse usado um modelo como o Bluesky, o desfecho poderia ter sido outro.
Em vez de mil demissões em massa, os gestores teriam dados completos para dar feedbacks claros:

  • “Fulano, percebi que você está passando mais tempo offline, mas vejo que suas entregas estão em dia. Está precisando de apoio?”

  • “Ciclano, identificamos queda de desempenho há três semanas. Vamos traçar um plano de correção?”

Esse tipo de conversa simples poderia evitar cortes drásticos, preservar talentos e ainda economizar os custos de uma demissão em massa — que envolvem indenizações, processos e perda de conhecimento acumulado.

Evitando injustiças

Para o funcionário, a diferença é ainda mais palpável.
Pense em alguém que trabalha horas à noite resolvendo problemas críticos.

No modelo antigo, ele poderia ser visto como “improdutivo” porque ficou menos tempo online de dia.

Com o Bluesky, esse cenário aparece de forma justa: o sistema registra não só horários, mas também entregas, acessos e padrões reais de desempenho.

Ou seja, cada trabalhador é visto pelo que faz, e não apenas por quanto tempo ficou mexendo no computador.

Isso reduz o estresse, aumenta a sensação de justiça e fortalece a confiança no ambiente de trabalho.

Protegendo a imagem da empresa

Empresas não vivem apenas de lucros. Vivem também de reputação.

Demissões em massa mal explicadas podem custar mais caro do que se imagina: manchetes negativas, críticas nas redes sociais, queda de moral interna.

Com o Bluesky, o gestor tem argumentos sólidos, relatórios transparentes e pode mostrar que todas as decisões seguem critérios claros.

Isso evita que a empresa seja vista como “desumana” ou “injusta”, mantendo a confiança de funcionários, clientes e do mercado.

Otimizando a produtividade de forma constante

Ao contrário de soluções que só apontam problemas, o Bluesky gera insights para melhorar continuamente.
É como um GPS: não serve só para dizer que você está no caminho errado, mas para indicar a rota mais rápida e segura para chegar ao destino.

Com relatórios de BI (Business Intelligence), gestores podem:

  • Reduzir desperdícios de tempo e recursos.

  • Distribuir melhor as tarefas.

  • Reconhecer os profissionais que mais agregam valor.

  • Identificar padrões de comportamento que ajudam a equipe inteira a crescer.

O resultado? Menos estresse, menos custos desnecessários e mais performance sustentável.

A grande lição

O caso do Itaú deixou claro: medir mal custa caro.
Mas também mostrou que existe outro caminho: usar a tecnologia como aliada, e não como arma de punição.

Com o Bluesky, as empresas podem fazer diferente:

  • Evitar demissões desnecessárias.

  • Evitar injustiças.

  • Reduzir custos.

  • Proteger sua imagem.

  • Engajar equipes com confiança.

  • Aumentar a produtividade constantemente.

É o equilíbrio entre números e pessoas. Entre controle e confiança.
No fim das contas, é o que separa uma crise de um caso de sucesso.

Facebook
LinkedIn
WhatsApp